sábado, 20 de dezembro de 2014

Um Minuto de Desespero - Conto de Vampiro



Um Minuto de desespero

─ Alô!
─ Preciso dizer quem sou?
─ Como Assim? Quem é? Como sabe meu número?
─ Você estava sonhando comigo... Acordou com o toque do telefone.
─ Isso é loucura... Eu não tenho certeza.
─ Sentiu o vento frio abraçando seu corpo?
─ Certamente que senti, Olha, eu não sei o que quer mas isso tudo está estranho, vou desligar.
─ Se fizer isso vou aparecer e não serei gentil pois estou com muita fome.
─ Não sei quem é você e se pensa que esta conversa me assusta está enganado.
─ Não ligue pro seu amigo! Desligue o celular! Agora!
─ Como sabe que eu peguei o celular enquanto falamos no telefone?
─ Isso mesmo. Procure em sua volta. Olhe pela janela. Eu não estou em lugar nenhum. Apenas te vejo. Te sinto. Eu disse para desligar o celular.
─ Alô!
─ Ivan! Tem alguém no telefone ele me ameaçou...
─ Alô Ana? Que está acontecendo?
─ Desculpe Ivan. Ela não pode te atender.
─ Quem está falando? O que fez com ela?
─ Descobrirá nas manchetes amanhã. Tenha uma Adorável Noite.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Divulgação - Blog De Olho na Magia

Raridades sobre HQ´s, Séries e Filmes

De Olho Na Magia http://deolhonamagia.blogspot.com.br/ é um novo blog onde vocês poderão conhecer um pouco mais sobre as antigas HQs, Séries, Filmes e curiosidades.

Seguem abaixo algumas imagens que vocês encontrarão por lá.




Visite - Vale a pena conhecer este Blog

- A Carta - Por Adriano Siqueira




- A Carta -Por Adriano Siqueira - siqueira.adriano@gmail.com



Sandra não gosta de viajar. Mas Transilvânia é um convite que ninguém recusaria!
Normalmente ela recebe convites para decoração através dos seus e-mails, não era esse o caso. A carta havia sido escrita a mão! Coisa muito rara hoje em dia, ainda mais quando as passagens estão no envelope. Seu trabalho era mesmo reconhecido no Brasil, mas no exterior? Pensar em como seu currículo seria enriquecido se decorasse uma casa na Transilvânia, a deixava muito eufórica - não importava que a carta dissesse que só poderiam atender à noite! Quem se importa?
Depois de mais de 6 horas de vôo, um carro já a esperava! O motorista não falava muito bem português, arrastando muito para o espanhol! Dizia algo sobre o dono da casa já aguardar a presença de Sandra...
O motorista pára perto de um morro e aponta para uma colina logo no final da cidade.
— É lá, senhorita! Devemos continuar o percurso a cavalo! - A charrete esta nos aguardando!
No caminho, o homem olhava para Sandra... Como se procurasse algo... E encontrou! As mãos do então motorista, que mais parecia um guarda-costas, pegaram seu pescoço e ele abriu a boca, revelando os dentes caninos para mordê-la... Sandra pula da charrete e cai ribanceira abaixo, correndo pela estrada quando um homem aparece.
— Esse lugar é perigoso para uma mulher andar sozinha!
— Quem é você e como fala a minha língua?
— Seus trajes a denunciaram... Meu nome é Thomas!. Você está pálida!
— É meu charme! Acho que um vampiro queria me morder!
— Não precisa ser um vampiro para querer te morder! - Disse Thomas chamando seu cavalo!
— Venha comigo! Eles atacam à noite... Venha para minha morada! - Thomas deu as mãos para ela subir. Uma armadilha sem dúvida, mas até então, era isso ou ficar lá só esperando ser jantar de algum vampiro.
— Tudo bem! Espero que tenha um chá bem quente!
— Aqui a bebida mais conhecida é o rum! As pessoas adoram álcool. Aqui é muito frio!
Sandra coloca os braços em volta do estranho e ele galopa velozmente para o castelo que estava perto.
— Você mora aqui?
— Sim... É a única moradia por perto. Venha... Vou mostrar seu quarto. Não se preocupe... É natural que tenha medo. Afinal aqui é o lar dos vampiros, não é?
Sandra sorri:
— Sim, é verdade. As lendas aqui são terríveis!
— Acredite em todas! A propósito, fui eu quem a chamou! Mas não enviei ninguém para apanhá-la, pois não sabia a que horas chegaria!
— Entendo perfeitamente – disse ela, olhando com desaprovação de tão clara era mentira que Thomas disse, pois ele havia comprado as passagens e com certeza saberia que horas ela iria chegar.
— Olhe ao seu redor, Sandra... Veja quanto trabalho terá!
— A começar pelas suas roupas de séculos passados! - Ela fecha a porta na cara de Thomas e ele sorri... E grita:
— O jantar será às nove horas!
— Jantar as nove horas? - Sandra vai até o guarda-roupa e olha com desaprovação, embora as roupas foram as coisas mais novas que ela encontrou lá. Parece que seu anfitrião sabia exatamente do que Sandra gostava.
Ela veste um vestido preto com alguns desenhos dourados envolvendo todo o vestido, colocando um pequeno lenço vermelho ao redor de seu pescoço, solta os cabelos e coloca uma sombra não muito visível, mas o suficiente para chamar a atenção. Embora estivesse frio, o castelo não tinha muita corrente de ar... Mas os barulhos de ratos e gotas pingando deixavam o ambiente inquieto e inseguro.
Sandra sai do quarto e anda pelos corredores do castelo até chegar na escada que dá para a sala de jantar. Uma mesa enorme servida apenas por dois garçons. Com variações de comida local e algumas coisas bem típicas brasileiras, como frutas etc.
— Demorei muito para encontrar as coisas da sua terra, mas quero que se sinta em casa!
— Nunca vou me sentir em casa com seus ratos fazendo festa pelo castelo...
— Pois saiba que esses "ratos" comem baratas e aranhas e tenho certeza não encontrou nenhum na sua cama!
— Não sei! Nada ainda me fez ter vontade de ir pra cama! - Sandra estava atacando a jovialidade de Thomas. Mas ele também sabia jogar!
— Acredito que os camponeses daqui tenham te chamado mais a atenção!
— Talvez, Thomas! Gosto de gente que trabalha e batalha pelas suas coisas!
— É claro... Andar pela floresta sozinha a deixou humilde! Pois vou dizer uma coisa que não sabe. Se você for agora para lá, para a vila, todos vão querer pendurá-la em uma árvore! Sabe, Sandra, as pessoas acham que este lugar é amaldiçoado!
As luzes das velas estavam ficando mais fracas, até que um relâmpago ilumina Thomas por completo. Rindo com os dentes salientes... Sandra leva um susto e fica bem grudada à cadeira. Mas as luzes voltam e ele estava absolutamente normal!
— O que foi, querida Sandra? Viu um fantasma?
Completamente pálida e suando, Sandra balança a cabeça negando ter visto algo. Ela tinha que sair de lá, e rápido!
— Eu preciso ir para o quarto, Thomas. Não estou me sentindo bem.
— Mas é claro, minha querida, a viagem era mesmo cansativa... Merece um descanso! Depois irei visitá-la em seus aposentos!
— Tudo bem, Thomas!
Ela ficou na cama, pensando em uma maneira de escapar dali. Mas nada tinha em mente.
Por mais que lutasse, Sandra estava cansada e adormeceu. No seu sonho, muitas imagens apareceram, era como se ela estivesse vivendo o sonho de outra mulher. As roupas diferentes. Épocas distantes. Banquetes de sangue e sempre que ela olhava para o lado, Thomas aparecia.
Enquanto Sandra tinha os mais diversos sonhos, uma névoa entra vagarosamente pela porta e, aos poucos, vai se transformando num corpo de homem. Era Thomas! Sentado na cama ele, passa as mãos no rosto de Sandra e sente o calor de sua pele...
— Não posso... Maldita é a fome e o desejo de amar...
Sandra acorda e olha para Thomas. Levando as mãos dele para o rosto dela! Ele a beija e seu beijo fica cada vez mais ardente... Mais desejos invadem aquele quarto! As mãos de Sandra tentam encontrar a estaca embaixo da cama, mas para sua surpresa, não encontram... Havia um rato brincando com ela, levando-a para mais longe de Sandra!
— Eu quero você, Sandra!
— Oh, eu também te quero, Thomas!
Ela pulou para o outro lado da cama para encontrar a estaca, mas foi em vão, o rato estava brincando com ela... Até que a estaca rola para a o lado esquerdo da cama, quase deixando Thomas ver. Ela troca de posição com o homem para deixar só ela vendo!
— Preciso do seu pescoço, Sandra!
— Claro Thomas! - Ela salta para fora da cama e senta-se perto da estaca...
— Porque saiu da cama? - Dizia Thomas atônito!
— É para não sujar a cama. Afinal, se me morder, vou ter que cuidar do castelo!
Thomas ria insanamente:
— É verdade. Agora venha!
Sandra com a estaca na mão, escondida por trás de seu corpo, chega perto de Thomas.
— Feche os olhos, Thomas! As nossas vidas jamais serão as mesmas!
Ele fecha os olhos e ela enfia com força a estaca no seu peito, fazendo Thomas instintivamente agarrar Sandra e mordê-la com a estaca enfiada e em seguida seu corpo se transforma em pó.
Depois de horas, ela acordou. Sandra só queria sair daquele lugar. Arrumou as suas malas e saiu do quarto. Antes de partir. Sua curiosidade foi maior. Ela tinha que conhecer o quarto do Thomas. Ela abriu a porta e viu que o quarto parecia ser de um príncipe. Ele tinha bom gosto. A decoração do quarto dele era um exemplo em decoração. Muito bem planejado. A não ser por aquele quadro velho. Não combinava com o quarto. O quadro mostrava Thomas com uma mulher. Uma mulher muito parecida com a Sandra. Ela sorriu e partiu...
Mais tarde, no avião, lendo o jornal. Sandra lê uma matéria sobre prováveis vampiros na região, quando o passageiro sentado ao lado dela pergunta:
— Você acredita em vampiros?
Sandra não responde. Ela apenas vai em direção ao passageiro e abre a sua boca mostrando os caninos pontiagudos e diz:
— É hora do jantar.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Parabéns Brad Pitt

Brad Pitt faz niver hoje. Dentre os filmes que ele atuou, destaco a animação Cool World, o filme entrevista com o vampiro, Guerra Mundial Z, O Curioso Caso de Benjamin Button, Sr. e Sra. Smith, Clube da Luta, Seven - Os Sete Crimes Capitais. \o/

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O Rebanho - Por Adriano Siqueira


O Rebanho
Por Adriano Siqueira
Contos de Ficção e Aventura


- O Rebanho -


- Ouço os passos, eles estão me procurando! - Delayti pensava desesperada. - Eu não deveria ter atirado naquele mago!

Correndo para um depósito, Delayti se esconde entre os armários.

Eles param na porta do depósito e vêem a porta entreaberta ... as luzes das lanternas percorrem o local mas não encontram nada.

Quando os capangas estavam se retirando o Mago aparece...

- Ela está ai! Eu sinto seu medo!

Delayti sai do seu esconderijo e atira sem parar. Ela vê uma janela e com a sua arma ,destrói a fechadura, pula e cai nas folhagens conseguindo assim abandonar aquela prédio.

Olhando para a janela o Mago segura uma menina chamada Jane a qual ela deveria salvar, é a joga para baixo. Ele sorri e diz ironicamente:
- Você não a quer? fique com ela agora!

Em uma outra janela ela vê um homem gritando para não fazer isso e que a menina não tinha culpa, mas o mago olha para o menino e diz:
- Você está sendo ludibriado por aquela mulher que fugiu! Eu estou apenas tentando salvá-la! - Aquela mulher é uma bruxa, diabólica e deve ser destruída!

Delayti olha para cima e atira no mago, mas suas balas não fazem nenhum efeito. Ela apenas ouve a risada do monstro que desaparece em seguida.
Ela corre na direção da menina... com lágrimas nos olhos... Delaydi reza para que ela esteja bem pois ela também tinha saltado daquela janela por isso havia uma chance dela estar viva mas chegando perto ela viu que as coisas não eram tão fáceis pois a menina estava com uma adaga nas costas.

Segurando a menina em seu colo Delayti gritou e chorou... Jane, meu Deus era apenas uma criança!

Os homens que ali estavam começaram a atirar ela olhou.. e jurou:

Eu vou voltar!

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Parte 2 -


Delayti Mants é uma detetive que investiga seitas. Seu trabalho é desmascarar uma seita e para revelar ao público o seu charlatanismo! É um trabalho duro, mas ela foi muito bem treinada para conhecer e infiltrar-se sem sair ferida, mas o destino sempre a surpreende.

Um mês depois naquele prédio ela volta, mas dessa vez disfarçada com óculos e roupas mais sóbrias fazendo-se passar por uma jornalista que tinha marcado entrevista com aquele mago.

Ela se preparou para isso... alguns amigos conseguiram com uma composição de plantas que colocado em seu corpo trazia uma nova essência. Algo que o mago não conseguiria distinguir com os seus poderes, mas ela sabia que o efeito não duraria muito tempo.

- Então seu jornal quer conhecer minha adorável casa? Que bom! Finalmente serei conhecido por todos! É necessário que seu mundo saiba que existe uma cura para toda esta baderna mundana que o seu próprio povo criou!

Delayti olha para o mago com vontade de pular em seu pescoço e diz: - Isso mesmo senhor, as pessoas devem conhecer os benefícios de sua religião.

- Então venha comigo e eu lhe mostrarei todo meu paraíso, embora eu ache estranho pois sinto que já nos conhecemos.

Ela sente seu corpo suar e tenta pensar em outra coisa para que ele não descubra o disfarce!

- Talvez tivesse visto as minhas fotos na minha coluna do jornal.

- É! (diz o mago) talvez!

Passeando pelo prédio ela vê as pessoas alegres e vestidas com roupas normais.

- Mago? Diga-me Por quê as pessoas estão sem "uniformes"?

- Bom Jovem senhorita aqui não temos uniformes! Os jovem tem a liberdade de vestirem qualquer tipo de roupa... desde a mais hardcore possível até mesmo roupas de freiras são permitidas aqui!

-Mas não admite rádio, tv, internet? Aposto que o senhor mesmo faz as músicas, trás as notícias e se estou certa deve ser o cozinheiro do local também.

-Anda lendo muitos livros sobre seitas senhorita. Não me acuse sem me conhecer. Sou um homem como eles e sei o quando este mundo pode nos envenenar com seus programas e sua comida, sem falar nas drogas e os perigos de andar a noite. A senhorita pode condenar o mundo, mas condenaria este local? Olhe para tudo que está aqui, a mobilia é nova. Tudo muito bem limpo. Quantos jovens no mundo não pagariam para ter um lugar como este? Aqui estamos todos juntos e felizes.

- E os pais deles?

- Eles me agradeceriam se soubessem que cuido muito bem dos seus filhos e alguns pais nem lembram que eles existem.

- Os pais não sabem?

- Alguns... eles não entendem, acham que isso é uma seita que usa jovens para fins lucrativo, escravos ou prostituição. Você vê isso aqui?

- Posso perguntar para algum deles o que acham?

- Apenas se eu estiver junto. Sabe como é senhorita, esses jovens são muito inseguros e tenho certeza que não falariam com estranhos.

Delayti vê o rapaz que estava na outra janela aquela noite, quieto e parecendo estar dopado.

-Aquele rapaz. Eu gostaria de falar com ele.

-Bom senhoria ele está fazendo um tratamento para se libertar de um vício. Talvez ele não ajude muito, mas pode tentar é claro.

Delayti chega perto do rapaz e fala bem perto do seu ouvido.... Jane!!! Enfurecido o rapaz lembra da Jane a pessoa que ele adorava, mas que o mago assassinou enfiando uma adaga nas suas costas e a jogou pela janela sem nenhum sentimento. Ele olha para o mago e enfurecido e joga a cadeira em sua direção. Porém a cadeira muda de curso e é lançada pela janela. O menino tenta novamente atacar o mago mas novamente o poder é usado e o rapaz é lançado para a janela... Delayti agarra o menino e o coloca no chão. Ela olha para o mago e conclui:

- Você está acabado! Eu gravei todos os seus poderes com a minha câmera escondida. Você será julgado e preso como um demente e morrerá na cadeia por tentativa de assassinato!

O mago olha frio para a Delayti e novamente pergunta: - Eu tenho certeza que já nos vimos.

- Como eu disse mago, sou conhecida por fazer notícia. Mesmo que para isso eu deva me esconder em depósitos.

- Antes de eu ir para a cadeia deixe-me mostrar de onde vem meus poderes. O mago ergue as suas mãos e as crianças caem ao seu redor a energia que elas tem vao para o mago como se ele fosse um grande imã.
- Então você usa os jovens para lhe dar poder?
- E não pode fazer nada, mas eu apenas sugo a energia de crianças por serem mais puras!
Delayti entra na frente das energias que ele estava sugando e diz: - Então me esperimente!
- Não! você vai me envenenar! Eu não posso sugar energias de adultos! - Nãaaaaaooo!
Finalmente ele cai desacordado.
Ela olha para as crianças e as conforta dizendo:
- A brincadeira acabou! é hora de ir para casa.

Autor: Adriano Siqueira


Fuga em Chamas - Espionagem


Fuga em Chamas 
Por Adriano Siqueira


Bruno estava no seu apartamento quando o telefone tocou...

- Oi Bruno é a Tecnogirl já viu o noticiário de hoje?

Bruno rapidamente liga a TV. Um Prédio de quarenta andares, e lá em cima uma fornalha, um incêndio... As câmeras de TV focalizam a porta com várias pessoas tentando sair, mas as portas-contra-roubo prenderam todos que estavam no prédio.

- Tec eu estou indo pra lá!

- Eu já estou aqui Bruno acenando pela janela!

Ele olha para a TV e focalizando, bem de perto, uma janela fechada no 36 andar, uma mulher...Tecnogirl com um celular tentando abrir o vidro preso pelo computador do prédio. Bruno fica paralisado com a cena.

-Faça alguma coisa... Você conhece bem computadores, tira logo a gente daqui!

Sem saber o que fazer Bruno pega seu laptop e sai a caminho do prédio.

- Technogirl tenta acalmar as pessoas dizendo que está chegando a ajuda, mas é em vão. As pessoas desesperadas jogam cadeiras e mesas contra as janelas e nada resolve. As janelas eram a prova de roubo os computadores estavam controlando todo o andar...

Bruno chega perto do prédio. Vai até uma cabine telefônica e conecta o laptop... No acesso a internet localiza a empresa que construiu o prédio. A planta do prédio aparece na tela e ele localiza a sala onde esta o computador...

-Uma senha... Preciso de uma senha pra desativá-lo...

Com o nome da empresa do computador Bruno localiza o site...MECSACORP. Bruno já conhecia esta tecnologia e sabia que era ilegal. Estes computadores tinham a missão de travar quando houvesse algo suspeito... Porém, ele tinha um arquivo com todas as senhas dos eventuais problemas do computador.

"Esta senha leva um minuto para download..."

- Um minuto??... Bruno escuta uma explosão e olha pra cima. Uma parte do prédio estava caindo... Ele abaixa na cabine de telefone...Os pedaços do prédio ficam caindo ao redor do Bruno...

- Droga droga droga!!!! 30 segundos ....

Technogirl olha para as paredes e vê que o fogo chegou naquele andar os corredores estão começando a pegar fogo. Logo tudo ali estará em chamas. Então ela pega os fios de uma máquina de calcular e vai até a porta ligando na tomada consegue dar um curto no sistema. A porta
abre e ela vai tirando as pessoas daquele andar.

Isso salvou as pessoas por mais algum tempo... No andar de baixo Tec não tem a mesma sorte e as portas não abrem.

- Consegui!

Bruno sai correndo da cabine puxando o laptop e uma parte do prédio cai exatamente na cabine...

- Ufa! Onde estão os bombeiros!

Bruno pega a escada e com a ajuda dos bombeiros ele é levado até o 5º andar. Acionado um pequeno laser do laptop ele consegue cortar o vidro e abrir a janela...

Tecnogirl estava com falta de ar... as pessoas gritando em pânico estava ficando desesperadas! Ela sabia que sua única chance era o Bruno.

O computador era enorme a conexão foi perfeita, mas a máquina negava acesso.

- Xadrez!

Bruno sabia que computadores têm acesso básico pra jogos. O acesso foi aceito e com a devida senha as portas se abrem.

Technogirl sai com as pessoas pelas escadas até chegar no térreo.
Pergunta para os bombeiros aonde está o cara que tirou ela de lá. -Eles olham para o prédio. Ela diz ... - Meu Deus!!!

O prédio estava com a sua verdadeira aparência... Uma nave alienígena e estava para partir...

- Brunoooooo sai daiii!!!!!!

Tec corre em direção da nave para tirar o Bruno de lá, mas os bombeiros a impedem.

A Nave vai saindo do chão lentamente... Tec olha com algumas lágrimas nos olhos...

- Bruno!

- Fala Moça...

Ela olha para o carro de bombeiro e vê Bruno olhando para seu laptop completamente destruído. Tentando esconder as lágrimas ela fala:

- Mas você estava...

- - Sim eu estava no prédio e o computador disse que eu jogava Xadrez muito bem, mas tudo começou a explodir e fui jogado e cai naquela fonte.

Tecnogirl abraça Bruno e ficam olhando a nave partir.


Autor Adriano Siqueira

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